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União de forças
Clube de Investimento é modalidade mais simples e barata para o pequeno investidor
Investir na Bolsa de Valores pode ser complicado e demandar muito dinheiro para a pessoa física. É aí que entra o Clube de Investimento, opção ideal para que o pequeno investidor tenha acesso ao mercado de capitais: cada integrante não precisa investir muito para ter bons resultados, podendo vender e comprar ações com as mesmas condições de grandes investidores.
O Clube de Investimento é uma aplicação financeira criada por empregados ou contratados de uma mesma entidade ou empresa, ou por um grupo de pessoas que têm objetivos em comum, como professores, metalúrgicos, donas de casa, médicos, aposentados etc.
Reunidas as pessoas interessadas, o passo seguinte é procurar um administrador para o Clube de Investimentos, que pode ser uma corretora de valores, uma distribuidora de títulos ou um banco. O administrador é quem providencia toda a burocracia do grupo, como o registro na BM&FBovespa e a criação do estatuto legal (que determina as normas de funcionamento do clube). Além disso, o administrador zela pelo bom funcionamento do clube, convocando as assembleias gerais para prestação de contas e votação de mudanças e podendo escolher a carteira de ações a serem compradas.
Os integrantes do clube precisam pagar uma taxa mensal de administração, que varia de acordo com o tamanho do clube, as tarefas do administrador e as despesas (como folhetos, correspondências, documentos e relatórios).
Cada participante possui cotas de investimento, e o Clube de Investimento pode determinar o número mínimo de cotas por integrante. De todo o dinheiro aplicado pelo clube, pelo menos 51% devem estar em ações da Bolsa. O restante pode ser investido, por exemplo, em títulos de renda fixa.
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