Invest
A classe C vai à Bolsa
Além de consumir, esta faixa da população agora quer também investir
Alvo primordial do varejo nos últimos anos, a classe C agora está descobrindo a Bolsa de Valores. Segundo estudo da consultoria Plano CDE, realizado a pedido da BM&FBovespa, 20% dos investidores pessoas físicas têm renda familiar mensal entre R$ 2.500 e R$ 4.500 – segundo a Fundação Getúlio Vargas, as famílias que se enquadram na classe C são as que possuem renda entre R$ 1.115 e R$ 4.807. São investidores com recursos limitados, mas que buscam uma alternativa mais rentável do que a poupança e a renda fixa. “Esse investidor praticamente inexistia no passado. Ele só entrava na Bolsa quando ganhava ações ao comprar uma linha de telefone”, afirma Haroldo Torre, economista da Plano CDE, relembrando o que acontecia no passado, antes das privatizações das telecomunicações, quando quem comprava uma linha de telefone ganhava um determinado número de ações da empresa de telefonia. Para esse novo investidor, a Bolsa disponibiliza cursos presenciais gratuitos sobre o funcionamento do mercado para iniciantes. Mais informações no link http://www.bmfbovespa.com.br/pt-br/educacional/iniciantes/mercado-de-acoes/mercado-de-acoes.aspx?idioma=pt-br.
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