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| Campanha de combate à dengue |
O vírus da dengue só é transmitido pela picada da fêmea do Aedes aegypt, o mesmo da febre amarela. Como ainda não há vacina nem tratamento específico, a única maneira de combater a doença é exterminando o mosquito. Trazida ao Brasil nos navios negreiros, a dengue foi praticamente erradicada nos anos 1950. No entanto, o deficitário sistema público de saúde e a falta de preparação da população têm ocasionado diversos surtos. Só no primeiro trimestre deste ano, foram registrados 60 mil casos no Estado do Rio de Janeiro, com 68 mortes. O vírus e os sintomas Há quatro subtipos do vírus, chamados de 1, 2, 3 e 4 – não pelo grau de periculosidade, mas pela ordem em que foram descobertos. Apesar de infectar outros primatas, eles só sobrevivem no ser humano. O período de incubação é de três a 15 dias, quando surgem os sintomas: febre alta (38ºC a 40ºC), dores no corpo, dor de cabeça, náusea e vômitos e/ou manchas vermelhas na pele. Somente um médico treinado pode diagnosticar a doença. Os pacientes fazem repouso e bebem muita água, podendo ser medicados para alguns sintomas. Salicilatos (como Aspirina e AAS) podem facilitar as hemorragias da dengue e devem ser evitados. Dengue hemorrágica Ao ser infectada, a pessoa desenvolve anticorpos específicos contra o subtipo do vírus contraído. Se for contaminada novamente pelo mesmo subtipo, estará imunizada. Mas, se o vírus for diferente, os anticorpos se ligarão a ele, ocasionando hemorragias mais graves. Se não receber atendimento, o doente pode entrar em choque e morrer em até 24 horas. Profilaxia Não deixar água limpa parada é fundamental, pois é nela que as larvas do mosquito se desenvolvem. Em áreas de risco, o uso de repelente é aconselhado. Confira o informativo de Abril da MBS Seguros.
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