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| Lista dos países que participam do tratado |
Um problema de saúde pode transformar a viagem dos sonhos em pesadelo. É por isso que, na hora de sair de férias, é fundamental contratar um seguro-viagem. “Ele é importante sempre que o destino for a mais de 100 quilômetros de casa, mas nossa maior preocupação é a cobertura médica no exterior. Em caso de acidente, a assistência pode significar valores até mesmo maiores que a reserva financeira para a viagem em si”, explica Cristiana Lowndes, diretora comercial da MBS Seguros, acrescentando que, para entrar nos países do Tratado de Schengen, é obrigatório ter cobertura médica no valor de €30 mil.
A prevenção certamente fica muito mais barata do que o remédio: em média, um seguro-viagem para cinco dias e com cobertura de € 30 mil custa R$ 180 por pessoa. “O cálculo é feito de acordo com o tempo de permanência e o destino. Quando o tempo passa dos cinco dias, o valor por dia é menor quanto maior o período”, diz Cristiana.
Em geral, o seguro-viagem cobre: assistência médica e odontológica; medicamentos prescritos após atendimento médico ou odontológico; repatriação em caso de doença ou falecimento; repatriação do acompanhante; acompanhamento para menores e idosos; gastos com hotel por convalescença; assistência legal; antecipação de fiança; e seguro para extravio de bagagem. Alguns produtos também oferecem seguro de vida com a cobertura de morte acidental e invalidez permanente por acidente.
Cristiana ressalta que a maioria dos seguros não cobre doenças pré-existentes e, para quem tem mais de 70 anos, pode haver aumento no custo ou não aceitação. Também vale lembrar que o seguro-viagem é individual e que não existem planos familiares.
A MBS oferece agilidade na contratação de seguros-viagem, mas Cristiana recomenda que o cliente procure a corretora com no mínimo dez dias de antecedência. “Assim, podemos entender suas necessidades e oferecer o melhor produto, garantindo que esteja com o certificado em mãos já alguns dias antes do embarque”, diz.
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