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O clichê é indispensável: fazer um seguro de vida é um ato de amor, a única garantia de que sua herança não será uma pilha de dívidas e preocupações. Até há pouco tempo, tal modalidade de seguro enfrentava dois obstáculos no Brasil: a resistência cultural e a inflação. “Além da superstição com a morte, a variação descontrolada de preços desvalorizava dia a dia a indenização”, conta o diretor de benefícios da Unibanco AIG, Luiz Butori. Ele aponta que, com a economia estabilizada, o setor tem crescido bastante, principalmente nos contratos coletivos. “Empresas de todos os tamanhos e seus funcionários têm se dado conta de que vale a pena pagar um pouco por mês para, numa eventualidade, ao menos minimizar o sofrimento da família”, diz. Para as empresas, a medida se faz essencial também para manter a boa imagem. “No Brasil, a cultura é paternalista. Mesmo que para alguns setores o seguro não seja obrigatório, a opinião pública exige que a empresa arque com os custos pelo falecimento e dê assistência à família”, explica. No caso específico da Unibanco AIG, além da indenização (em média de 20 a 24 vezes o último salário do funcionário para manter a renda mensal familiar por pelo menos dois anos), algumas apólices garantem cesta básica por seis meses, assistência funerária e aconselhamento financeiro. Confira o informativo de Abril da MBS Seguros.
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