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Até final de junho, os departamentos de recursos humanos têm a oportunidade de reduzir o absenteísmo: basta que promovam ou incentivem a vacinação contra a gripe.
Como o inverno é o período de maior circulação do vírus e a produção de anticorpos só começa 15 dias após a vacinação, esta deve ser feita no outono.
Diferentemente do que muitos acreditam, gripe e resfriado não são a mesma coisa. O resfriado é mais brando e tem menor duração. Já a gripe pode levar à morte. Ela é causada por um vírus mutante, o influenza, que altera suas características de tempos em tempos – por isso a vacinação ocorre anualmente e a Organização Mundial da Saúde (OMS) determina uma composição adequada para cada região do planeta.
A vacina causa gripe? A antigripal é produzida com vírus mortos, ou seja, incapazes de se reproduzir no organismo. Sua eficácia é de 90%, mas os vacinados que ainda assim contraem a doença sofrem menos com os sintomas (febre, dores no corpo, dor de cabeça, tosse e fraqueza). Eventualmente, a vacina pode provocar dor e vermelhidão local passageira – febre e mal-estar são raros.
Como o organismo precisa de duas semanas para produzir anticorpos, é possível que o vacinado contraia gripe nesse período. É incomum, mas possível, que a pessoa seja infectada por um tipo diferente do influenza, não contemplado na vacina.
Ainda assim, ela é a melhor arma contra a doença e deve ser tomada por todos a partir dos 6 meses de idade, inclusive grávidas. Só quem é realmente alérgico (com risco de reação anafilática) a seus componentes deve evitá-la. Pessoas com doenças agudas ou febris devem postergar a vacinação até se recuperarem. Confira o informativo de Maio da MBS Seguros.
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