|
Muitos planos de saúde oferecem ao segurado a alternativa de utilizar instituições e médicos não-credenciados. Nestes casos, paga-se pelo serviço e apresenta-se o recibo para reembolso. No entanto, é preciso ter cuidado para acabar não gastando mais do que o esperado.
Na maioria das vezes, o valor cobrado pelos profissionais que não atendem pelo convênio tende a ser superior ao valor reembolsado. Também pode acontecer de o profissional procurado não atender às especificações do plano de saúde – como, por exemplo, possuir registro no Conselho Regional de Medicina – e, por isso, não se enquadrar nas regras de reembolso. Além disso, as consultas com médicos conveniados envolvem menos burocracia: além de estes conhecerem melhor os procedimentos do plano, o usuário só precisa apresentar o cartão de identificação.
Antes de marcar a consulta com um médico não-referenciado, confira no guia do plano de saúde quais são suas opções. É a única garantia de ter o atendimento 100% coberto. REAJUSTE MÍNIMO: 5,76% Definição dos planos empresariais só sai em meados de junho
Recentemente, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) estabeleceu o reajuste de 5,76% como teto para os planos de saúde individuais (assinados a partir de 1º de janeiro de 1999 ou adaptados à Lei 9.656/98). A expectativa era que ficasse entre 8% e 9%.
Já para os contratos empresariais, as operadoras têm até meados de junho para divulgar de quanto será a correção. Apesar de a negociação com empresas, fundações, associações e demais grupos se basearem na livre negociação e não nas determinações da ANS, a porcentagem aplicada aos planos individuais sempre serve como parâmetro mínimo – ou seja: o aumento em 2008 será de pelo menos 5,76%. Vale dizer que a cobrança é feita de forma retroativa quando o contrato prevê reajuste só no aniversário. Confira o informativo de Maio da MBS Seguros.
voltar
|