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Desde a revolução industrial, no século 19, o mercado de trabalho mudou muito: a redução da jornada deixou mais tempo livre aos trabalhadores, o que aumentou o tempo destinado ao lazer. Essa mudança também afetou as empresas, que passaram a promover o lazer como forma de compensação e até mesmo de controle de seus funcionários. Atualmente, mais uma vez presenciamos uma evolução importante: as empresas começam a investir em programas bem estruturados a fim de promover a qualidade de vida de seus funcionários dentro e fora do trabalho. É o que ensina o consultor Marcos Gonçalves Maciel no livro Lazer Corporativo – Estratégias para o Desenvolvimento dos Recursos Humanos, lançado recentemente pela Phorte Editora.
A obra discute a evolução dos Recursos Humanos, que passaram de puramente administrativos a departamentos estratégicos para a valorização do capital humano das empresas. Nesse contexto, defende que o lazer corporativo é uma das principais ferramentas para proporcionar tal valorização.
Segundo Maciel, o lazer abrange muito mais que entretenimento: é um meio de desenvolvimento sociocultural que forma “indivíduos autônomos”, que saibam priorizar o que é essencial para sua qualidade de vida. Para tanto, um capítulo inteiro do livro é dedicado à sugestão de estratégias para que os programas de qualidade de vida sejam de fato eficientes. Entre as dicas, Maciel sugere que os funcionários estejam sempre envolvidos no processo tanto de escolha quanto de desenvolvimento das atividades. Além disso, ressalta que atividades culturais e artísticas, além das físicas, também sejam implementadas.
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