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Um relatório publicado recentemente pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) revela que, em 2006, foram 32,8 mil casos de intoxicação por medicamentos no País, um aumento de 30% em relação ao ano anterior. Com os dados em mãos, o Ministério da Saúde lançou uma campanha de conscientização: “A informação é o melhor remédio”. “É uma questão extremamente grave, porque as crianças são as principais vítimas”, alerta o ministro José Gomes Temporão. Entre os que mais causam intoxicações estão os calmantes, antigripais, antidepressivos e antiinflamatórios. Uma das precauções mais eficazes é a compra de produtos com trava de segurança. Mas é preciso também guardar os produtos tóxicos em local seguro e trancado, e nunca despertar o interesse dos pequenos por pílulas e frascos coloridos. Confira as principais recomendações:
Mantenha medicamentos fora do alcance das crianças.
Não utilize medicamentos sem orientação de um médico.
Leia a bula antes de utilizar qualquer medicamento.
Não armazene medicamentos em casa, só os estritamente necessários.
Não consuma medicamentos com prazo de validade vencido.
Guarde os remédios em suas embalagens originais para facilitar a identificação.
Nunca deixe de ler o rótulo ou a bula antes de usar qualquer medicamento.
Não tome nem dê remédio a alguém em ambiente sem iluminação, para não dar chance a enganos.
Alguns remédios infantis e adultos têm embalagens bastante parecidas – fique atento.
Se possível, não tenha em casa medicamentos que venham em embalagens muito atraentes e coloridas, nem com odor e sabor adocicados. Isso só serve para despertar o interesse das crianças.
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