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No último mês, o Brasil elegeu sua primeira presidente mulher, Dilma Roussef, 63 anos, mineira formada em economia e política brasileira. Durante a campanha eleitoral, a saúde, como sempre, foi um dos principais temas. E Dilma apresentou as seguintes propostas:
- Melhorias no Sistema Único de Saúde (SUS). - Ampliação das Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e das Unidades de Pronto Atendimento (UPA). - Ampliação do Programa Saúde da Família, de atenção básica. - Criação da Rede Cegonha, de atendimento especializado para mães e recém-nascidos. - Criação de clínicas de prevenção ao câncer dentro dos hospitais. - Intensificação do programa Brasil Sorridente, de tratamento odontológico gratuito. - Intensificação do Programa Farmácia Popular, de venda de medicamentos por preços mais acessíveis.
Volta da CPMF? Logo após a decisão das urnas, Dilma recebeu de alguns governadores a proposta de recriação da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira), o chamado “imposto sobre cheque” extinto em 2007. “Não pretendo enviar ao Congresso a recomposição da CPMF”, garantiu, mas deixou claro que não vai se opor à intenção dos governadores de retomar a arrecadação como forma de financiar a saúde pública. Ou seja: não vai chamar para si a responsabilidade pela volta do imposto, mas também não vai trabalhar em sentido contrário. A polêmica já foi lançada e a saúde promete virar o foco do debate.
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