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Março de 2010 - Edição 25 - Ano 03 Mais informações, acesse www.mbsseguros.com.br
PLANOS DE SAÚDE
O QUE MUDA A PARTIR DE JUNHO
Claudia Machado de Luca, diretora executiva de benefícios da MBS, explica a nova resolução da ANS
Claudia Machado de Luca, diretora executiva de benefícios da MBS

A Agência Nacional de Saúde (ANS) publicou, em janeiro, a Resolução Normativa 211, que entra em vigor em 7 de junho e estabelece 70 novas coberturas médicas e odontológicas obrigatórias aos planos de saúde com contratos celebrados a partir de 2 de janeiro de 1999. Além disso, a RN 211 incentiva tratamentos preventivos e traz mais transparência aos contratos.

“A tecnologia confere avanços aos tratamentos e, sem intervenção da Agência, os contratos tornavam-se obsoletos com rapidez. Com maior amplitude de cobertura, o beneficiário terá menos recusas por sua operadora e poderá tratar-se com recursos mais eficazes”, afirma Claudia Machado de Luca, diretora executiva de benefícios da MBS Seguros. “Os contratos individuais e familiares estão protegidos por regras rígidas de reajuste, mas, para os contratos empresariais, vale a experiência e o histórico de utilização do grupo. Neste caso, a participação de uma consultoria atuante é determinante para a manutenção do orçamento de saúde dos funcionários”, completa.

Na entrevista a seguir, a diretora comenta e explica a nova resolução da ANS.

MBS Seguros – Entre as 70 novas coberturas, quais são os destaques?

Claudia Machado de Luca – As principais coberturas adicionadas ao Rol de Procedimentos cobertos pelas operadoras de saúde são: transplante de medula óssea heterólogo (de uma pessoa para outra), PET-Scan oncológico, implante de marcapasso multissítio, oxigenoterapia hiperbárica e várias cirurgias torácicas por vídeo. Também foram incluídas algumas coberturas odontológicas, como colocação de próteses unitárias (coroa e bloco).

Nota-se também a preocupação da ANS em incentivar os tratamentos preventivos e de promoção de saúde, através do aumento de 6 para 12 sessões por ano com nutricionistas, fonoaudiólogos e terapeutas ocupacionais.

MBS – Um dos itens da RN 211 refere-se à cobertura de acidentes de trabalho e de procedimentos de saúde ocupacional pelos planos coletivos. O que muda para os beneficiários desses planos?
Claudia 
– Atualmente, a cobertura de acidentes de trabalho e de saúde ocupacional não é obrigatória. Nos contratos empresariais, muitas operadoras a incluem de forma automática, mas há ainda algumas que a oferecem na forma opcional, com custo adicional. A RN 211 traz mais segurança aos profissionais de recursos humanos e aos funcionários das empresas.

MBS – Quais as mudanças em relação à cobertura de internação domiciliar?
Claudia – O chamado home care sempre foi objeto de grande discussão entre operadoras e beneficiários. Muitas vezes, o custo de permanência no hospital é mais alto do que a montagem do aparato domiciliar, além de o ambiente familiar proporcionar um conforto emocional importante na recuperação do paciente. Por isso, algumas situações de internação domiciliar são aprovadas pelas operadoras. Por outro lado, algumas solicitações não são exatamente de internação domiciliar, mas de manutenção de assistência ao paciente, limitada a cuidados básicos de medicação, higiene e alimentação.

A RN não obriga a cobertura, mas traz transparência aos contratos, ao determinar que, caso a operadora aprove a internação domiciliar e esta seja em substituição à hospitalar, ela deve ser ampla, tal qual seria em ambiente hospitalar. Para os casos em que a internação domiciliar não seja substitutiva à hospitalar, devem ser aplicadas as cláusulas do contrato firmado entre as partes. 

MBS – Quais as novidades em relação à saúde mental?
Claudia – A saúde mental mereceu capítulo especial na RN 211. Nota-se no texto grande preocupação com o doente mental, na medida em que define priorizar o atendimento ambulatorial e em consultórios, deixando a internação psiquiátrica apenas como último recurso terapêutico. Entretanto, caso seja necessária, não haverá mais o limite de 180 diárias em hospital-dia. Haverá também mudança no atendimento mental ambulatorial: as sessões de psicoterapia passarão de 12 para 40 por ano.

GERENCIAMENTO
REMODELAÇÃO TOTAL
Troca de operadora, conscientização sobre uso do plano e prevenção são as armas contra alta sinistralidade
Gines de San Leandro Júnior, gerente de RH da Dentsply Brasil

A fabricante de produtos e equipamentos odontológicos Dentsply, sediada em Petrópolis (RJ), tinha um grande desafio: reduzir a sinistralidade do plano de saúde na unidade de Catanduva (SP) a fim de viabilizar a continuidade do benefício. “A empresa não pretendia cancelar o plano. Com a parceria da MBS Rio, conseguimos reverter o cenário”, afirma Gines de San Leandro Júnior, gerente de Recursos Humanos da empresa.

O primeiro passo começou em julho de 2009: a MBS Rio realizou um estudo aprofundado do contrato com a Unimed Seguradora. A solução encontrada foi cancelar o plano e incluir as cerca de 300 vidas de Catanduva no contrato da matriz, com a Unimed Petrópolis. “Percebemos que o contrato da Unimed Seguradora não atendia às necessidades do grupo. Ele era ruim tanto para a Dentsply quanto para a própria operadora”, conta San Leandro Júnior. “A ação foi muito interessante: pulverizamos a alta sinistralidade de Catanduva em um plano que abrange uma população quatro vezes maior. Além disso, o impacto para os usuários foi zero, pois continuaram com a Unimed, a principal operadora na região.”

O novo plano entrou em vigor em janeiro de 2010 e, então, chegou o momento para a segunda etapa: conscientizar os funcionários de Catanduva e seus dependentes sobre o uso racional do benefício. Entre os dias 2 e 4 de março, a MBS Rio ministrou palestras sobre o tema, com casos e dicas. Os funcionários também tiveram a oportunidade de aprender como funciona a sinistralidade e por que é importante manter o índice sob controle. Segundo o gerente de RH, a ação foi um sucesso. “A palestra dada por Pedro Monteiro (sócio-diretor da MBS Rio) foi muito clara, o que era essencial, já que boa parte do grupo trabalha no chão de fábrica”, conta. “A missão foi cumprida: conscientizamos o público e conseguimos que a gerência da planta assumisse a tarefa ao lado do RH e da MBS Rio”, completa.

No mesmo evento, a MBS Rio também aplicou o questionário de saúde do módulo Doctor do Programa VivaVida. “Com o mapeamento de saúde, nossa área de medicina do trabalho poderá  atuar em casos específicos. Também pretendemos dar palestras sobre os problemas mais recorrentes e ampliar o VivaVida em Catanduva”, afirma San Leandro Júnior.

As próximas ações estão relacionadas à divulgação da informação. Cartilhas com um resumo do que foi discutido nas palestras serão disponibilizadas aos funcionários, que assim poderão memorizar e compartilhar as informações com suas famílias. A intranet e os murais da empresa também servirão como meio de divulgação. Por fim, o RH tornará públicos os índices de sinistralidade, para que todos acompanhem a evolução do grupo.

“Não abro mão de uma palavra: alinhamento. É fundamental ter pessoas imbuídas de um sentimento comum. E esse alinhamento com a MBS Rio é uma realidade. Sem ele, a possibilidade de sucesso seria muito reduzida”, diz o gerente de RH. E acrescenta: “Este formato se mostrou muito positivo. Por isso, Catanduva será uma espécie de projeto piloto para a matriz”.

GRIPE A
TEMPORADA DE VACINAÇÃO
Imunização contra gripe H1N1 fica a cargo do governo, mas população deve se prevenir

Começou este mês a campanha do Governo Federal contra a pandemia de gripe H1N1, que teve 42.989 casos graves e 2.051 mortes confirmados oficialmente no Brasil entre abril e dezembro de 2009. O objetivo da campanha é reduzir o risco de contaminação e o número de óbitos, além de garantir a resposta dos serviços de saúde à pandemia.

A principal ação do Ministério da Saúde é a vacinação, realizada até final de maio e com foco nos grupos prioritários determinados pela Organização Mundial da Saúde (veja tabela). Vale ressaltar que a vacinação contra a gripe H1N1 é exclusiva do poder público, não cabendo a instituições privadas e operadoras de planos de saúde. A estimativa do Ministério da Saúde é que 91 milhões de pessoas sejam imunizadas contra a gripe H1N1 e 19 milhões, contra a comum.

Mesmo com a vacinação ampla, é  necessário que a população continue adotando medidas de prevenção, tais como:

Lavar as mãos com freqüência e sempre que tossir ou espirrar
Utilizar lenço descartável para higiene nasal
Cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir
Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca
Não usar medicamentos sem orientação médica

Planos aprovados

Sondagem realizada pela empresa de pesquisa de mercado GfK Brasil em fevereiro apontou que a maioria dos brasileiros aprova seu plano de saúde: a nota média dada ao serviço foi de 7,54, numa escala de zero a 10. Ainda segundo o levantamento, 45% dos entrevistados possuem plano de saúde, e 27% deles dão nota 10 ao serviço. Já entre os usuários dos serviços públicos, 68% deram nota menor que 5 e 21%, nota zero.

A pesquisa foi feita com mil pessoas das classes A, B, C e D de 12 capitais e regiões metropolitanas.

Novos critérios do IR

Vai até 30 de abril o prazo para a declaração do Imposto de Renda de pessoa física. Para quem ainda não parou para enfrentar o Leão, vale lembrar as principais alterações que a Receita Federal promoveu este ano:
O limite de isenção passou de R$ 16.473,72 para R$ 17.215,08: quem recebeu menos que este valor no ano passado não precisa fazer a declaração.
O limite de dedução por dependente é de R$ 1.730,40, e de despesas com educação, R$ 2.708,94.
O valor mínimo de patrimônio que obriga o contribuinte a declarar passou de R$ 80 mil para R$ 300 mil. Portanto, a não ser que se enquadre em outro critério, quem tem bens no valor de até R$ 300 mil não precisa fazer a declaração.
Titulares e sócios de empresas de qualquer porte – e mesmo inativas – não são mais obrigados a fazer a declaração, a não ser que se enquadrem em outros critérios.

Bem-vinda

Simone Felix da Silva é a nova analista operacional de benefícios pleno da MBS Seguros.

22/03: Dia Mundial da Água

O Brasil concentra 12% da água potável mundial, mas isso não é desculpa para desperdiçar esse recurso tão valioso. E o desperdício é grande: o brasileiro chega a consumir 200 litros por dia, contra os 110 litros recomendados pela Organização das Nações Unidas (ONU). Isso sem contar a poluição: segundo a Agência Nacional de Águas (ANA), 21% das águas brasileiras são consideradas péssimas, ruins ou regulares.

Cabe ao poder público promover políticas de preservação, como implantação de tratamento de esgoto, regulamentação do consumo por parte de indústrias e propriedades agrícolas, manutenção dos sistemas de abastecimento e recuperação de rios e mananciais. Mas a população também precisa fazer sua parte, racionalizando o uso da água e evitando a poluição.

ÁGUA QUE VEM DO COCO

Isotônico natural pouco calórico, água de coco verde hidrata e repõe minerais.

 

OSCAR NA TELONA

Filmes que levaram os prêmios podem ser vistos nos cinemas.

 

AULAS DO SEMESTRE

Programação do módulo de cultura abordará fotografia, filosofia e história.

HOMENAGEM AO CAMPEÃO

7º Ayrton Senna Racing Day faz parte da celebração dos 50 anos do piloto.

CLUBE DE INVESTIMENTO

Pequeno investidor tem melhores condições para aplicar na Bolsa.

Este boletim é publicado para o benefício dos clientes e prospects da Multi Benefit Services Corretora de Seguros e Consultoria Ltda. (MBS Seguros), com a intenção exclusiva de apresentar assuntos de interesse geral. Caso pretenda tomar qualquer decisão ou ação baseada nas informações contidas nesta newsletter, procure, primeiro, o auxílio de um profissional especializado.

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