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Julho de 2009 - Edição 17 - Ano 02 Mais informações, acesse www.mbsseguros.com.br

Saúde

O fim do fumódromo

Empresas como The Fifties e Yahoo! Brasil se adaptam à lei antifumo em São Paulo

No dia 7 de agosto, entra em vigor a Lei 577/08, aprovada em abril pela Assembleia Legislativa de São Paulo e mais conhecida como lei antifumo. Entre outras coisas, ela proíbe as áreas reservadas para fumantes em locais públicos, como restaurantes, bares e escritórios. Apesar da atual batalha jurídica em torno de alguns pontos da lei, as empresas já estão se adaptando.

É o caso da rede The Fifties, que possui oito lanchonetes na capital paulista. Em todas elas, as áreas reservadas para fumantes foram extintas em 1º de junho. No mesmo mês, a Justiça expediu uma liminar – que mais tarde seria derrubada – liberando os fumódromos. Mesmo com o imbróglio jurídico, a The Fifties manteve a restrição. “Além de não termos uma área dentro das condições que a liminar exige, não tivemos problemas com a aceitação da lei”, afirma Estel Castro, coordenadora de Recursos Humanos da rede. “A medida teve um impacto muito positivo, pois mesmo os fumantes são a favor da lei. Não tivemos nenhuma manifestação contrária à mudança”, completa.

Já o Yahoo! Brasil vai retirar, no dia 7, todos os cinzeiros dos andares da empresa. A partir dessa data, os fumantes terão que descer ao térreo do condomínio. Segundo Ana Carolina Gross Borghi, do departamento de Recursos Humanos, a mudança não deve alterar o dia a dia do escritório. “Atualmente, o número de não fumantes é bem maior do que o de fumantes. Apostamos, inclusive, que a nova regra possa levar alguns funcionários a diminuírem a quantidade de cigarros consumidos ou, até mesmo, desistirem de fumar”, afirma. Além disso, ela conta que o RH do Yahoo! Brasil pretende promover uma série de atividades sobre saúde, entre as quais palestras sobre tabagismo.

Leitura

Lazer corporativo

Livro analisa como as ações de promoção de qualidade de vida podem ser mais eficientes

Desde a revolução industrial, no século 19, o mercado de trabalho mudou muito: a redução da jornada deixou mais tempo livre aos trabalhadores, o que aumentou o tempo destinado ao lazer. Essa mudança também afetou as empresas, que passaram a promover o lazer como forma de compensação e até mesmo de controle de seus funcionários. Atualmente, mais uma vez presenciamos uma evolução importante: as empresas começam a investir em programas bem estruturados a fim de promover a qualidade de vida de seus funcionários dentro e fora do trabalho. É o que ensina o consultor Marcos Gonçalves Maciel no livro Lazer Corporativo – Estratégias para o Desenvolvimento dos Recursos Humanos, lançado recentemente pela Phorte Editora.

A obra discute a evolução dos Recursos Humanos, que passaram de puramente administrativos a departamentos estratégicos para a valorização do capital humano das empresas. Nesse contexto, defende que o lazer corporativo é uma das principais ferramentas para proporcionar tal valorização.

Segundo Maciel, o lazer abrange muito mais que entretenimento: é um meio de desenvolvimento sociocultural que forma “indivíduos autônomos”, que saibam priorizar o que é essencial para sua qualidade de vida. Para tanto, um capítulo inteiro do livro é dedicado à sugestão de estratégias para que os programas de qualidade de vida sejam de fato eficientes. Entre as dicas, Maciel sugere que os funcionários estejam sempre envolvidos no processo tanto de escolha quanto de desenvolvimento das atividades. Além disso, ressalta que atividades culturais e artísticas, além das físicas, também sejam implementadas. 


Notas

Seguro de carros

Um levantamento realizado pela empresa de pesquisas CVA Solutions nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro mostrou que a maioria dos clientes de seguro de automóveis não utilizam os serviços adicionais oferecidos pelas operadoras, como guincho, carro reserva, desconto em estacionamento e reparos residenciais. Das 5.166 pessoas entrevistadas, 69% disseram não ter utilizado nenhum serviço adicional nos últimos 12 meses. Entre os poucos que usaram, apenas 6% optaram por serviços na residência.

Fretados saem de cena

A partir de 27 de julho, os ônibus fretados estão proibidos de circular em uma área de 70 quilômetros quadrados do Centro Expandido de São Paulo entre as 5h e as 21h. A área inclui avenidas como Paulista, Luiz Carlos Berrini e 9 de Julho. Segundo a Prefeitura, a nova regra afetará cerca de 1,3 mil ônibus e 50 mil usuários; já o setor de fretados calcula que 5,7 mil veículos deixarão de transportar 250 mil passageiros. A Prefeitura justifica a medida afirmando que os fretados atrapalham o trânsito.

Novos clientes

A MBS Seguros passa a fazer a gestão dos planos de saúde Omint na Tauil & Chequer Advogados. A empresa de gestão de negócios Monashees Capital também passa a contar com total apoio da MBS em seus planos de saúde. 

Bem-vindos

Rita de Cássia Bonano Durante é a nova gerente de contas sênior da MBS Seguros. Fabiana Chaves Neves assume a coordenação administrativa de vendas da área de RE. Já Daslen de Souza Santos Porto, analista operacional júnior, passa a integrar a equipe de benefícios da MBS Seguros.

Confira os destaques deste mês do Programa VivaVida

O pior já  passou

Sistema de crédito tem melhora, mas só deve se estabilizar no início de 2010

A queda da taxa básica de juros e a volta do crédito estão sendo comemoradas no Brasil, mas ainda é  preciso pensar bem na hora de fazer um empréstimo ou financiamento. Segundo Marianna Costa, economista da Link Investimentos, a crise mundial tem efeitos de longo prazo e, por isso, o sistema de crédito só deve se estabilizar entre o final deste ano e o início de 2010. “O pior aconteceu no ano passado, mas o processo de melhora vai ser lento”, afirma.

Marianna explica que a oferta de crédito para pessoa física tem melhorado. Entre abril e maio, por exemplo, houve uma expansão de 2,4% nas operações desse segmento. A queda da Selic (taxa básica de juros) é uma das causas. “Além disso, o sistema financeiro brasileiro se mostrou mais resiliente à crise de crédito do que outros países, pois já tinha mecanismos de defesa, como o depósito compulsório, para garantir que o sistema permanecesse robusto”, acrescenta.

No entanto, a taxa de juros não  é o principal fator a influenciar as operações de crédito. “A crise gera desemprego, e o desemprego eleva a inadimplência”, ensina Marianna. “Atualmente os índices de desemprego estão em seu pico e, enquanto não se estabilizarem, os bancos terão mais cautela.” Isso significa que as instituições de crédito estão mais seletivas e dão prazos menores de quitação, além de não cortarem tanto os juros quanto o Banco Central fez com a Selic.

O crédito para a compra de bens com baixo valor agregado está mais fácil e mais barato do que o de imóveis. “A política do governo agora é fazer com que as pessoas consumam mais e poupem menos, a fim de incentivar os setores produtivos”, diz Marianna.

Mas não existe verdade absoluta quando se trata de economia. A economista relativiza sobre se é hora ou não de fazer financiamentos: “Tudo depende do momento da família, de suas necessidades e de suas expectativas. E, claro, de seu planejamento financeiro”, afirma. De qualquer forma, ela salienta que a tendência do mercado agora é se estabilizar e, caso a decisão for tomar um financiamento, não é necessário esperar alguns meses. “Até o fim do ano, não haverá mudanças significativas”, conclui Marianna.
 

Menopausa e alimentação

Comer bem e fazer exercícios é  a receita contra obesidade e doenças na pós-menopausa. 

Corrida no Rio

Sócio-diretor da MBS fez parte
da equipe Run & Fun na Meia Maratona Caixa do Rio. 

Pipoca à francesa

Cinema francês está presente em festivais, no circuito comercial e até na televisão.

Casa do Saber

Confira os cursos promovidos pelo Programa VivaVida no segundo semestre.

Este boletim é publicado para o benefício dos clientes e prospects da Multi Benefit Services Corretora de Seguros e Consultoria Ltda. (MBS Seguros), com a intenção exclusiva de apresentar assuntos de interesse geral. Caso pretenda tomar qualquer decisão ou ação baseada nas informações contidas nesta newsletter, procure, primeiro, o auxílio de um profissional especializado.

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